CT Chardonnay no Olympe – Boca no Mundo
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03 de outubro de 2016

CT Chardonnay no Olympe

Acho que vou de color jet verde, espalhar a frase em certos muros da cidade: mais frescor, por favor. Menos madeira e mais acidez. Aquela que sobe pelo canto da língua e atiça o paladar, produz saliva e acende o espírito para as aventuras dos talheres.

E foi esse o espírito da coisa, a arquitetura de um almoço unindo dois exímios cultivadores da acidez em pequenas produções: o restaurante Olympe, de Claude e Thomas Troisgros, e a vinícola Don Abel, nascida na Serra Gaúcha e autora de alguns dos melhores rótulos do Brasil.

No vídeo abaixo, os pratos e vinhos em entrevista com o chef Claude Troisgros:

A mesa foi posta para o lançamento do CT Chardonnay, novo integrante de uma linha própria de vinhos em plena expansão, com novidades a caminho. O sommelier do grupo, Alexander de Oliveira, opinou na elaboração de um vinho com acidez e frescor valorizados, sem passagem por madeira e marcado por atraente mineralidade que traz flashes de Velho Mundo. Fresco e persistente, tem 13% de teor alcoólico e chega a R$ 134 nas cartas do grupo CT.

Há mais tempo na casa, o CT Merlot também participou do encontro. Fruto de um pequeno lote da safra 2008, é um vinho para lá de interessante, vivo e com linda expressão de cacau.

Breja e Champenoise

Enquanto nos divertíamos com os espumantes CT brut e rosé feitos dessa vez pelo maestro Adolfo Lona, charmats de 180 dias que se comportam muito bem na comilança, pintaram duas notícias borbulhantes.

Os restaurantes Troisgros ganharão em breve uma cerveja própria e do estilo pilsen, feita pela mineira Wäls, e um espumante champenoise (método tradicional) está em gestação nas caves de Lona em Garibaldi, na Serra Gaúcha.

Antes que eu me esqueça, vale olhar com carinho para o ‘fly taste’ disponível nos CTs. São três modelos de degustação de R$ 66, R$ 75 e R$ 90. Todos incluem seis taças de 60ml, o que muda é a qualidade dos vinhos oferecidos. Para provar de tudo em harmonia.

O almoço servido com a série de vinhos de Claude trouxe pratos onde fermentações e conservas pediram passagem. Dos legumes em picles rápido ao palmito azedo e o já famoso ovo onde o pulo do gato, ou melhor, do galo, é um kimchi de acelga oculto sob a espuma de galinha.




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