A plantação de jiló do Cachambeer – Boca no Mundo
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07 de janeiro de 2018

A plantação de jiló do Cachambeer

É o facho verde da esperança, uma luz que ilumina os caminhos no botequim. Por vezes renegado, mas fortalecido pelo genuíno sentimento daqueles que para eles erguem altares em devoção.

Com toda sinceridade: um bar que tem mais de três versões de jiló é um lugar onde devemos comer e rezar. Aliás, o que o Cachambeer não tem?

O jiló é a estrela de algo extraordinário no menu, para você levar para o meio das costelas aquele seu amigo diferentão: um petisco vegetariano. É o jiló fatiado e empanado em crocante de queijo parmesão. Para molhar, um molho cremoso de azeitonas. E desce a primeira caneca de chope glacial.

Da última vez que lá estive, na dúvida natural que atinge quem está com fome e se depara com o cardápio do Cachambeer, trilhei o caminho de grandes botequins brasileiros deste e de outros costados, com pé no interior que a tantas delícias nos inspira.

Fui de primeira no Língua Faladeira e o Jiló: língua em cubos cozida em temperos, e grelhada ao alho, cebola e bacon em pó, acompanhada do jiló em cortes finos na manteiga de garrafa. Que maravilha, senhores.

E a festa do verdinho amargo (com a graça de Deus) está apenas começando. Porque entre as versões recheadas, e gratinadas com parmesão e mozarela, para deleite geral da nação, há escolhas diversas do que vai por dentro, como costelas suína ou bovina, e carne seca.

E desce a quinta caneca no estilo iceberg.

*Texto publicado também no Alma de Bar.




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